sexta-feira, 17 de abril de 2009

não é poesia
o que escravo



nada do que sol
brilha



aqueles jogos – brincadeira
de nossa infâmia


a vida me deu de presente
selo carimbado



ele nada
nada contra o rio



tremendão
erasmo


amor desperto
meu amigo Roberto

2 comentários:

  1. Juracy,
    Parabéns pelo poema criativo e bem humorado.

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  2. Tive que mudar o título. Era Dois dedos de poesia. Já encontrei no Google. Quero uma poesia cada vez mais síntética. É minha busca.
    Obrigada, Márcio.

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